Célia Regina, de São Paulo, supera tumor maligno considerado agressivo

No ano de 2019, depois de enfrentar o término de um casamento de quase três décadas, Célia Regina buscava reconstruir sua rotina com tranquilidade. Como já era costume, no mês de fevereiro, período do seu aniversário, realizou diversos exames de check-up e recebeu a confirmação de que sua saúde estava bem. Mesmo assim, comentou com o médico sobre um desconforto abdominal frequente, acompanhado de sensação de estufamento e enjoos. Um ultrassom foi solicitado para investigação, porém, por acreditar que se tratava de algo simples, decidiu adiar o exame.

Algum tempo depois, um episódio de refluxo chamou sua atenção ao perceber alteração incomum na coloração da saliva. Preocupada, realizou o exame anteriormente solicitado. O resultado revelou uma mancha no pâncreas, dando início a uma série de avaliações complementares. A ressonância identificou um tumor de aproximadamente cinco centímetros e, após a ecoendoscopia, veio o diagnóstico de adenocarcinoma, um tipo de câncer considerado agressivo.

A notícia trouxe apreensão, mas também fortaleceu a fé que sempre acompanhou sua trajetória. Mesmo diante da indicação de uma cirurgia complexa, a família manteve confiança e buscou apoio em momentos de oração. Antes do procedimento, um novo exame indicou o desaparecimento do tumor, gerando esperança, mas a equipe médica decidiu prosseguir com a cirurgia para garantir segurança no tratamento.

O procedimento ocorreu em novembro de 2019 e durou quase dez horas. Apesar da previsão de internação prolongada, a recuperação superou expectativas: o período na UTI foi reduzido, a dor intensa prevista não se manifestou e a alta hospitalar aconteceu em poucos dias. Durante a cirurgia, foi necessária a retirada do baço e de parte do pâncreas, permanecendo apenas a cabeça do órgão.

O resultado do exame anatomopatológico trouxe nova surpresa: não houve necessidade de quimioterapia. O acompanhamento médico passou a ocorrer periodicamente, inicialmente a cada quatro meses, depois a cada seis meses, até se tornar anual. Em 2024, após exame Petscan, recebeu alta oncológica.

Célia Regina, de São Paulo, compartilha sua história como forma de encorajar outras pessoas a observarem os sinais do corpo e procurarem orientação médica diante de qualquer alteração. Sua experiência reforça a importância do apoio familiar, da esperança e da perseverança em momentos difíceis. Para ela, mesmo quando o caminho parece incerto, cada etapa pode revelar um propósito maior e abrir espaço para um novo ciclo de vida.

💚Projeto AMIGOS


Descubra mais sobre Projeto AMIGOS

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados *