Nem sempre o milagre chega do jeito que a gente pediu. Nem sempre ele vem como a cura, como o exame limpo, como a notícia que a gente sonhou ouvir. E quando ele não vem, o silêncio de Deus pode doer fundo. Pode confundir. Pode até parecer ausência.
Foi depois de perder a mãe e o pai para o câncer que a seguidora Carol Monteiro escreveu algo que traduz um tipo diferente de milagre: “Talvez o milagre não seja sempre a cura. Talvez o milagre seja a força que nasce no meio da dor. Talvez o milagre seja o amor que continua mesmo depois da despedida. Essa é a minha visão do milagre. Não a que eu tinha antes… mas a que a experiência me ensinou.”
Às vezes, enquanto a gente espera o milagre em alguém, ele está acontecendo dentro da gente. É a fé que não acaba. É o amor que não morre. É a coragem de levantar mais um dia quando tudo desmoronou.
A canção “O Milagre Sou Eu”, da cantora Eyshila, fala exatamente sobre isso. Sobre entender que, mesmo quando a cura não vem, Deus continua fazendo milagre. E que, muitas vezes, o milagre somos nós, de pé, respirando, sobrevivendo, acreditando apesar de tudo.
Nem todo milagre é a cura. Às vezes, o milagre é o amor que o câncer não conseguiu levar. E às vezes, depois de tudo, a gente percebe: a dor não nos destruiu. Ela nos transformou.
💚Projeto AMIGOS
Descubra mais sobre Projeto AMIGOS
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
