O Ministério da Saúde iniciou a oferta de nove medicamentos oncológicos no SUS, destinados a 13 indicações e com previsão de beneficiar mais de 116 mil pessoas. O atendimento começa em 20 centros distribuídos por 17 estados, com expansão prevista até o fim de 2026. A meta é disponibilizar 23 novos fármacos na rede pública até dezembro, com investimento anual de R$ 4 bilhões para viabilizar o conjunto.
Também serão distribuídos 400 mil testes imunoquímicos fecais para iniciar o rastreamento do câncer colorretal. A implantação nas Unidades Básicas de Saúde começa em novembro, em capitais e municípios com mais de 500 mil habitantes, para pessoas assintomáticas entre 50 e 75 anos. O exame identifica sangue oculto nas fezes e tem precisão de até 92%; resultados que indiquem risco poderão levar à colonoscopia. O plano prevê ainda R$ 46 milhões anuais para cirurgias videotorácicas oncológicas e reajustes no custeio de tratamentos e exames.
Outras medidas incluem a atualização dos recursos para iodoterapia e diagnósticos, o reforço à patologia digital e à telepatologia e uma parceria para acelerar a análise de biópsias. O Ministério também criará um grupo de trabalho para organizar a linha de cuidado do retinoblastoma infantil e prorrogará até 2031 o incentivo fiscal do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), cujo edital está com inscrições abertas até 26 de outubro de 2026.
Fonte: Ministério da Saúde
Imagem ilustrativa: criada com o auxílio de inteligência artificial para representar o tema deste conteúdo, preservando a identidade e a privacidade de pacientes e familiares.
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