Em congresso da Sociedade Europeia de Oncologia Médica (ESMO), em Madri, foram apresentados estudos sobre novos tratamentos para diferentes tumores. Em pesquisa de fase 3 com mais de 700 mulheres com câncer de endométrio recorrente, sac-TMT reduziu em 41% o risco de progressão e em 32% o de morte, comparado à quimioterapia padrão, após uso de pembrolizumabe.
Para o câncer de pulmão de pequenas células avançado, ensaio com 563 pacientes registrou mortalidade 58% menor com tarlatamabe e durvalumabe do que com durvalumabe isolado. A sobrevida mediana foi de 21,1 meses, contra 12,7. No melanoma de alto risco, vacina personalizada de RNA mensageiro somada ao pembrolizumabe após cirurgia reduziu em 42% o risco de recorrência ou morte. Em dois anos, 82,2% estavam vivos e sem recidiva, ante 70% com imunoterapia isolada.
No câncer colorretal, uma terapia experimental contra a mutação KRAS G12D controlou a doença em 79% dos participantes de um estudo inicial. Outro ensaio, com pacientes cujos tumores tinham alterações MSI-H/dMMR, estimou sobrevida em cinco anos de 74% com nivolumabe e ipilimumabe, contra 62% com nivolumabe sozinho. Os estudos estão em fases distintas de avaliação clínica.
Fonte: Correio Braziliense
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