A vida de Klyvia Samara e de seu pai, Venilton Costa, mudou completamente nos últimos anos. Moradores de Santo Antônio do Tauá, no Pará, eles sempre foram pessoas trabalhadoras. Antes da doença, pai e filha viviam da venda de lanches, acordando ainda de madrugada para garantir o sustento da família. Mesmo quando a saúde já começava a dar sinais de que algo não estava bem, eles continuaram trabalhando enquanto ainda tinham forças.
A história de Klyvia com o câncer começou em 2021, durante o período mais crítico da pandemia. Após uma queda aparentemente simples dentro de casa, ela apresentou um sangramento inesperado. Ao procurar atendimento médico, acreditou que descobriria rapidamente o que estava acontecendo, mas enfrentou uma longa jornada de dificuldades. Inicialmente, seus sintomas foram minimizados e ela chegou a ouvir de alguns profissionais que não havia nada de grave. Enquanto isso, seu estado se agravava. Klyvia relata que chegou a eliminar pedaços de tecido do próprio corpo, algo que claramente indicava que havia algo errado. Somente após quase um ano de buscas por respostas veio o diagnóstico: neoplasia. Posteriormente, a biópsia confirmou um adenocarcinoma que já comprometia o útero e os ovários.
Enquanto enfrentava seu próprio tratamento, seu pai também travava uma batalha silenciosa. Venilton realizava consultas com urologistas, mas tinha dificuldades para compreender as orientações médicas e, muitas vezes, comparecia sozinho aos atendimentos. Durante cerca de dois anos, aguardou pelo SUS a realização de exames importantes. Quando finalmente conseguiu avançar na investigação, surgiram problemas cardíacos que impediram procedimentos necessários para o diagnóstico definitivo.

Em 2023, mesmo se recuperando de cirurgias de grande porte, Klyvia passou a acompanhar o pai em hospitais e exames. Em 2024, diante da piora da saúde dele, tomou uma decisão difícil: interrompeu parte do próprio tratamento para dedicar-se integralmente aos cuidados do pai. Infelizmente, essa escolha teve consequências graves. Enquanto cuidava dele sozinha, sua própria doença avançou.
No ano passado, a situação de ambos se agravou. Os médicos descobriram que o câncer de Venilton havia atingido os ossos por meio de metástases. Atualmente, ele recebe cuidados paliativos. Klyvia também retornou à quimioterapia e segue em tratamento paliativo, enfrentando diariamente os desafios impostos pela doença.
Além da luta pela vida, pai e filha convivem com despesas constantes. Os gastos incluem medicamentos, exames, deslocamentos para o Hospital Ophir Loyola, em Belém, alimentação adequada e fraldas geriátricas para Venilton. Embora recebam parte das fraldas por programas públicos, a quantidade não é suficiente devido aos efeitos das medicações que ele utiliza.

Quem desejar ajudar Klyvia e seu pai neste momento tão difícil pode contribuir por meio do Pix:
Pix: (91) 98401-2414
Titular: Klyvia Samara de França Vilela
Banco: Neon
Toda ajuda, independentemente do valor, pode fazer diferença na continuidade dos tratamentos e no cuidado diário dessa família que enfrenta duas batalhas contra o câncer ao mesmo tempo.
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