O câncer de próstata está entre os tumores mais frequentes no mundo e pode apresentar comportamentos distintos, desde formas de crescimento lento até casos mais agressivos. Segundo informações divulgadas pela Mayo Clinic, a realização de exames de rastreamento, quando indicada pelo médico, pode favorecer o diagnóstico em fases iniciais, aumentando as chances de controle da doença. O exame de PSA, feito por meio de uma análise de sangue, é uma das principais ferramentas utilizadas nessa avaliação, sempre considerando idade, histórico familiar e outros fatores de risco.
A publicação destaca que um resultado elevado de PSA não confirma, por si só, a presença de câncer, pois outras condições também podem alterar esse marcador. Entre os fatores associados ao maior risco estão a idade acima dos 50 anos, antecedentes familiares da doença, mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 e, nos Estados Unidos, a maior incidência e mortalidade observadas entre homens negros. Em alguns pacientes, especialmente quando o tumor é identificado em estágio inicial e apresenta baixo risco, a vigilância ativa pode ser adotada em vez do tratamento imediato.
Quando o tratamento é necessário, existem diferentes alternativas, como cirurgia, radioterapia, hormonioterapia, quimioterapia e criocirurgia. A Mayo Clinic também destaca avanços na radioterapia para casos metastáticos e em pacientes com poucas áreas de disseminação, nos quais a combinação de radioterapia e terapia sistêmica pode prolongar a sobrevida. Outro recurso citado é a terapia por prótons, técnica que busca concentrar a radiação na próstata para reduzir os efeitos sobre os tecidos saudáveis ao redor.
Fonte: Mayo Clinic News Network
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